Sugestões de vinhos perfeitos para acompanhar a ceia de Natal

Entre tradicionais e icônicos, selecionamos vinhos para tornar qualquer ceia natalina ainda mais especial, repleta de aromas e sabores. Há opções em tinto, branco, rosé, espumante e até um vinho de sobremesa. Confira a seguir
 
Tintos
Brunello di Montalcino
É um dos vinhos mais importantes da Toscana, na Itália, elaborado com uma seleção de clones da uva Sangiovese. Este vinho fica obrigatoriamente 24 meses em barrica de carvalho e só pode ser vendido 5 anos após a safra. No caso do Brunello di Montalcino Riserva, a venda só pode ocorrer 6 anos após a safra. Este vinho tem que ter no mínimo 12,5% de álcool. Apresenta bastante tanino, corpo e acidez de médio para mais. Prevalecem aromas de cereja, ameixa, couro, ervas secas e cerâmica. Ideal para um Natal marcante.
Experimente com aves de caça ou pernil de cordeiro.

Châteauneuf-du-Pape
Imponente é um dos melhores adjetivos para descrever este vinho que pode ser elaborado com mais de uma dezena de uvas, contando as castas brancas, entre elas, Grenache e Syrah. O nome, traduzido do francês, significa castelo novo do papa, uma referência à cidade de Avignon, onde ficava a residência do papa antes de ser transferida para o Vaticano. Geralmente, a graduação alcoólica é elevada, tem com bom corpo, acidez alta e os aromas são de framboesa, groselha, mirtilo, morango, couro, violeta e defumado. Deixará a ceia memorável.
Experimente com carnes vermelhas untuosas, cordeiro, massas, risotos

Curiosidade: este vinho era o que a dona Thera (Therezinha Borges de Freitas, in memoriam), matriarca que dá nome à nossa vinícola, fazia questão de ter à mesa a cada Natal.

Chianti Clássico
Entre os vinhos mais reverenciados da Toscana, o Chianti Classico só é produzido na região entre as belas cidades de Siena e Florença. Tem que ser elaborado com no mínimo 80% da casta Sangiovese. O restante pode ser de uvas como Cabernet Sauvignon, Merlot e outras autorizadas ou recomendadas em cada área de produção. O atestado de qualidade é o selo do Gallo Nero (galo preto). É um vinho rico e expressivo. Os melhores exemplares têm sabores de ameixa, cerejas secas e um toque de especiaria. Certamente será uma grata surpresa à mesa.
Experimente com carnes suculenta, de caça como javali e obviamente com massas.

Merlot

Segunda uva mais plantada no mundo, a Merlot rende vinhos interessantíssimos em Bordeaux, de onde é originária, mas também no Chile e, claro, no Brasil. É a opção ideal para quem não quer correr nenhum risco no almoço ou jantar de Natal, pois este vinho é praticamente uma unanimidade. Apresenta taninos macios, sedosos e refinados. O Thera Merlot, por exemplo, tem cor rubi profunda e muita complexidade, com aroma de frutos vermelhos maduros, chocolate e pimenta preta. Perfeito para ocasiões especiais.
Experimente com risoto ao funghi, vitela, carnes de caça.

Nebbiolo
Se quiser marcar muita presença à mesa com um vinho, escolha um da uva Nebbiolo. Esta variedade, potente em taninos e acidez, dá origem a vinhos com boa estrutura e álcool acima da média. Normalmente são bem aromáticos e os aromas dominantes são cereja, framboesa, violeta, rosas, alcatrão, betume, trufas, alcaçuz e cacau. Existem vários tintos importantes elaborados com ela, como os requisitados Barolo e Barbaresco, além do Nebbiolo D’Alba. Cada um deles têm as próprias características. Mas lembre-se, um vinho de Nebbiolo geralmente requer paladares já com certa experiência em degustar vinhos.
Experimente com carnes vermelhas grelhadas ou assadas e carnes de caça. Risotos, massas com molhos estruturados.

Brancos e Rosés

Chardonnay

Considerando as temperaturas elevadas deste período no Brasil, o vinho branco pode ser a peça-chave da ceia natalina. Especialmente se o cardápio tiver aves, peixe, frutos do mar. A casta Chardonnay é considerada a rainha das uvas brancas e é cultivada mundialmente. É um vinho com mais corpo, apesar de manter um bom frescor e aromas cítricos. Experimente um da Borgonha, dos EUA, do Chile ou, preferencialmente, da Serra Catarinense. O Thera Chardonnay tem leve passagem por barrica de carvalho e uma elegante untuosidade.
Experimente com aves, peixes e frutos do mar.

Espumante Brut
Se o objetivo é fazer da ceia natalina um momento muito festivo, opte por um espumante Brut. Prefira um elaborado pelo método tradicional, com dupla fermentação em garrafa. Geralmente os espumantes feitos por este método apresentam maior complexidade. Além de aromas frescos desenvolvem também certa untuosidade e, apesar de serem secos, têm um leve aroma adocicado. Por ser muito versátil, pode ser servido como aperitivo, para acompanhar propriamente a refeição ou mesmo para o pós-ceia. E obviamente garantirá um lindo brinde.
Experimente com saladas, carnes brancas, peixes, queijos.

Rosé

Ter um rosé à mesa é sempre uma escolha acertada. Vai agradar a maioria dos paladares e fazer bonito com pratos mais leves, entradinhas e mesmo para acompanhar aves. Há diversos tipos de rosé, dos bem intensos em cor, que têm mais taninos, aos bem clarinhos e leves, como o Thera Rosé, que foi premiado como o melhor rosé do Brasil e é inspirado nos elegantes Rosés de Provença. Uma opção inteligente para servir na ceia, bem fresco, considerando os termômetros elevados da época. Também pode funcionar como aperitivo.
Experimente com saladas, antepastos, frutos do mar e aves.

Tokaji
Se você quer algo muito especial para o Natal, além de estar na companhia de pessoas amadas, invista também em um Tokaji. Este vinho não vai acompanhar a ceia, mas sim a sobremesa. Elaborado na Hungria, é um vinho doce, feito com uvas afetadas pela Botrytis Cinerea na forma de Podridão Nobre. A principal variedade que compõem este vinho é a Furmint. Uma opção para realmente celebrar o encontro. Se não tiver Tokaji, você pode buscar outros vinhos que são considerados de sobremesa, como o Sauternes (França) ou mesmo os vinhos do Porto, tanto tinto ou branco.
Experimente com tortas com frutas caramelizadas ou, para fazer um contraste, com queijos azuis.

Esperamos que estas informações lhe ajudem a fazer uma excelente escolha para a ceia.

Por Cleisi Soares, jornalista e sommelière

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